DOSSIÊ

Esse post usa parte do conteúdo do site Marxismo 21, seção ‘Direitas: política e ideologia’.

Além de conceituações referentes ao pré-projeto A DIREITA DE OLAVO: A RECONSTRUÇÃO DAS TRAMAS DISCURSIVAS DA DIREITA RADICAL CRISTÃ CONSERVADORA BRASILEIRA, apresentado ao Programa de Pós-graduação em História da Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC Goiás). Há, também, indicações de trabalho quanto ao neoliberalismo,  ao marxismo cultural e livros organizados sobre a direita brasileira.

Retirado do site Marxismo 21:

I. Discussões teóricas

II. Estudos e debates sobre a direita no Brasil

III. Movimentos de direita no Brasil

a) Ação Integralista Brasileira (AIB): 1932-1945

b) O Integralismo: de 1945 aos dias de hoje

c) Tradição, Família, Propriedade (TFP)

d) Instituto Millenium

e) Revista Veja

IV. Extrema-direita hoje no Brasil

V. Anticomunismo, ontem e hoje

VI. Dossiês temáticos e coletâneas

VII. Financiamento e a Direita abraça a Rede

VIII – Blogs e sites de direita no Brasil

Características do Antiintelectualismo à direita

Entre outras demonstrações de antiintelectualismo, estariam

1) o nazismo à esquerda;

2) a redução de toda produção científica a perspectivas ideológicas;

3) a ‘ideologia de gênero’;

4) a construção de uma nova História do Brasil, durante e anterior às gestões petistas;

5) a dicotomia Mercado e Estado, sendo o primeiro “eleito” como o “salvador” de todos os problemas do país;

6) a dicotomia Mercado e Estado, sendo o segundo o “responsável” por todos os problemas do país;

7) a simplificação do debate econômico;

8) a negação de fatos históricos, ao se transformarem em questão de opinião;

9) o discurso meritocrático e liberal, ao ignorar toda a produção científica na área de Ciências Humanas e Sociais;

9) a construção de Paulo Freire como o responsável pela qualidade da educação, no país;

10) revisionismos quanto à Ditadura militar.

INDICAÇÃO DE BIBLIOGRAFIA PERTENCENTE AO “DISCURSO RADICAL CRISTÃO CONSERVADOR”.

A presença do marxismo cultural no livro didático de História dos anos iniciais do ensino fundamental, Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) de Ana Beatriz Fontenele Aragão. É um trabalho bizarro, com fontes precárias, como textos do Mídia Sem Máscaras. Foi orientado por um professor doutor.

 The next conservatism (2009), por Paul Weyrich e William S Lind, livro com link para compra, 166 p.

What is Cultural Marxism?por Willian S Lind, artigo com link para leitura.

Cultural Marxism and is Conspirators, por Paul Kengor

The Politically Incorrect Guide to Communism (2009), por Paul Kengor, 256 p., link para compra U$ 16.

INDICAÇÃO DE BIBLIOGRAFIA QUE PROBLEMATIZA O FENÔMENO

Olavo de Carvalho é um efeito da nova direita e não a sua causa – Entrevista especial com Álvaro Bianchi (2018), por Alvaro Bianchi, entrevista.

A influência do pensamento neoconservador na política externa de George W. Bush (2008) dissertação de Mestrado, por Ariel Finguerut, 150p.

Nostalgia e demonização: o senso comum do apoio ao internvencionismo militar antes de Bolsonaro, por Luiz Signates, artigo, 13 p.

Site marxismo21.org / direitas – política – ideologiadossiê com trabalhos sobre a(s) Direitas, no Brasil.

Tempos Conservadores: estudos críticos sobre as direitas, por Lucas Patchiski (org) , 242 p.

Tempos Conservadores, direitas na Europa, vol 2., 259 p.

Tempos Conservadores, direitas no Cone Sul, vol 3, 175 p.

Tese sobre desigualdades A desigualdade vista do topo: a concentração de renda entre os ricos no Brasil, 1926-2013 (2016), por Pedro Herculano Guimarães Ferreira de Souza. 378 p.(1972

Por uma história das direitas, por Fabrício Ferreira de Medeiros, artigo, 19 p.

Os discursos sobre Cuba : imprensa, vozes e memória (da atualização do modelo econômico à retomada das relações diplomáticas com os EUA: 2011/2015)(2016), por Amanda Barbosa Xavier Cotrim,  dissertação de Mestrado, 239 p. Ver especialmente a Metodologia (Análise do Discurso).

Campanha não oficial – A Rede Antipetista na eleição de 2014 Unofficial campaign – The “Against PT Net” in the 2014 election (2017), por Marcelo Alves dos Santos, artigo, 16 p.

Vai pra Cuba!!! A rede antipetista na eleição de 2014 (2016), por Marcelo Alves dos Santos Junior, dissertação de Mestrado, 200 p.

Guerrilhas virtuais polarização p. 9

Neoliberalismo: uma análise marxista (2015), por Alfredo Saad Filho, artigo, 15 p. 2015. < > p. 15

A Opinião Pública não existe (1972), por Pierre Bourdieu, artigo, 12 p. Comunicação feita em Noroit (Arras) em janeiro de 1972 e publicada em Les Temps Modernes, 318, janeiro de 1973.

O que está em jogo no “Mais Mises, Menos Marx” , por André Guimarães Augusto, artigo,  p. 9.

Direita, volver! : o retorno da direita e o ciclo político brasileiro (2015), por Sebastião Velasco e Cruz, André Kaysel, Gustavo Codas (organizadores), 304 p.

Direita, volver II. Artigo de opinião sobre a relação entre cinema e a representação das consequências da Direita.

“Entre a ficção distópica e os fatos, o cinema retrata as consequências do pensamento da direita na sociedade A preocupação do cinema com os horrores da direita não é de hoje. Certamente todos concordarão que o filme de Ingmar Bergman O Ovo da Serpente (Alemanha, Estados Unidos, 1977), diretamente endereçado às condições que levam ao nazismo, é um dos mais importantes.”

Acadêmicos na berlinda ou como cada um escreve a História?: uma reflexão sobre o embate entre historiadores acadêmicos e não acadêmicos no Brasil à luz dos debates sobre Public History (2014), por Malerba, artigo, p. 24.

Verdades e mentiras no ecossistema digital (2018), por Caio Lulio Costa, artigo, 15 p.

Cultura Política, por Serge Berstein, artigo, 30 p.

Luhman e as redes sociais (2014), por Luis Carlos do Carmo Fennandes, artigo, 14 p.

Recordar é vencer: as dinâmicas e vicissitudes da construção da memória sobre o regime militar brasileiro (2015), por Marcos Napolitano, 34 p.

Brasil: the failure of the PT and the rise of the new right

Autoritarismo, cultura e identidade nacional (1930-1945) (2004), Ricardo Luiz de Souza, artigo, 41 p.

“O texto busca traçar uma síntese das diretrizes ideológicas da Revolução de Trinta e, mais especificamente, do Estado Novo, e mostrar como tais diretrizes embasaram o projeto cultural prevalecente no período (…)”

The dark side of the poor: a nova classe média, 129 p.

Ciberativismo nas redes sociais: um estudo do Movimento Brasil Livre (MBL) no pós-impeachment de Dilma Rousseff, dissertação de Mestrado, 280 p.

Imposturas intelectuais: o abuso da ciência pelos filósofos-pós modernos Alan Sokal e Jean Brickmont.

As marchas da família com Deus pela liberdade e o golpe militar de 1964, por Aline Alves Presot, dissertação de Mestrado.

Velhas e novas direitas: a atualidade de uma polêmica (2014), livro esgotado.

Dicionário crítico da nova direita (2000)por Francisco Teixeira da Silva, livro esgotado, PDF aqui.

Bolsonaro presidente: conservadorismo, evangelismo, evangelismo e  a crise brasileira (2019), por Ronaldo de Almeida, artigo, 29 p.

As disputas em torno das famílias na Câmara dos Deputados entre 2007 e 2018: Familismo, conservadorismo e neoliberalismo (2019), por Rayani Mariano dos Santos, tese de Doutorado.

Conservadorismo na Câmara dos Deputados: discursos sobre ideologia de gênero e Escola sem Partido entre 2014 e 2018 (2018), por Rayani Mariano dos Santos, artigo.

[Segundo Santos, houve uma união de discursos entre a defesa da família e do indivíduo. Após o Impeachment, união entre conservadores e liberais para a aprovação de pautas específicas]

Disputa em torno da família na Câmara dos Deputados: ente o conservadorismo moral e o neoliberalismo, por Rayani Mariano dos Santos, artigo, 28 p.

Pensando a família como um dos pontos de intersecção entre o conservadorismo e o neoliberalismo (2019), por Rayani Mariani dos Santos, artigo, 19 p.

O debate parlamentar sobre aborto no Brasil : atores, posições e argumentos (2015), por Rayani Mariano dos Santos, dissertação de Mestrado, 223 p.

O ódio como política.

O poder da Comunicação – Manuel Castells

Redes de Indignação e esperança: movimentos sociais na era da internet (2013), por Manuel Castells, p. 228. (Breve fichamento do prefácio, capítulos 6 e 7 e posfácio).

Ruptura: a crise da democracia liberal

As ideias conservadoras

Raízes do conservadorismo brasileiro

A construção da ordem: o teatro das sombras – José Murilo de Carvalho

O novo Imperialismo (2004), por David Harvey, link para compra do livro, 208 p.

O neoliberalismo – História e Implicações, por David Harvey, link para compra do livro, 256 p.

Brasil: Neoliberalismo versus democracia(2018), por Alfreed Saad Filho, link para compra do livro, 304 p.

O novo conservadorismo brasileiro: de Reagan a Bolsonaro (2019)por Marina Basso Lacerda, link para compra do livro, 228 p.

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Abaixo, texto retirado do site Marxismo 21.

“A atual ofensiva de uma direita ideológica e orgânica no Brasil reitera uma tendência que vem se verificando no mundo desde o final da 1ª Guerra Mundial, a saber, a tentativa de apropriação de aspectos do pensamento e da ação das forças progressistas imprimindo-lhes um selo reacionário. Neste caso, trata-se da construção de uma hegemonia neoconservadora na sociedade civil brasileira através do uso de instrumentos de formação da opinião pública.

O primeiro exemplo desta mimetização foi o fascismo das décadas de 1920 e 1930, que celebrava os valores militaristas mesclando-os com uma “política social” corporativa e combinava a exaltação da hierarquia com a mobilização de massas em torno dos chauvinismos nacional e/ou racial.

Na década de 1950 surgiu o neoconservadorismo estadunidense, que misturou individualismo com defesa de princípios e valores tradicionais e economia de mercado com mobilização das consciências contra os supostos riscos de enfraquecimento ou desintegração do establishment econômico, político e social em vigor naquele país.

Nos anos 1970 e 1980, o neofascismo, em diferentes partes do mundo anglo-saxão e europeu em geral, realizou uma peculiar apropriação das formulações diferencialistas e identitárias típicas da chamada pós-modernidade, juntando a afirmação dos valores comunitários com a defesa do direito à diferença e da liberdade de expressão e manifestação de suas ideias em nome de objetivos racistas, xenófobos e anti-imigratórios.

No Brasil atual, a direita ideológica e orgânica se propõe a fazer algo que as forças de esquerda e centro-esquerda integrantes do bloco político governamental desistiram de fazer: disputar a hegemonia política e cultural na sociedade, cujo efeito direto é a deflagração de uma ofensiva direitista no parlamento, na mídia, nos púlpitos e altares das igrejas e, mais recentemente, nas ruas, em defesa de posições conservadoras e retrógradas.

O acirramento das contradições e dos conflitos é uma decorrência do próprio amadurecimento do capitalismo brasileiro em sua etapa monopolista e de incorporação ao imperialismo mundial, processo este que expressa, no plano das ideias e dos discursos, a centralidade dos conflitos de classe em nossa sociedade, assumindo contornos estruturais.

Em seu esforço de afirmação na sociedade, a direita ideológica levanta bandeiras que lhe permitam delimitar posições e disputar a opinião pública. Com o desgaste das fórmulas e proposições neoliberais, adota ela temas visando reacender, no imaginário das massas, os componentes mais moralistas e conservadores anteriormente adormecidos ou desmobilizados pela influência das forças e dos processos progressistas na sociedade, na política e na cultura.

A recusa das forças de esquerda do atual governo em disputar a hegemonia cultural e política na sociedade e seus sucessivos recuos em face das reações conservadoras facilitam o avanço da direita ideológica e orgânica e pavimentam o caminho para sua ascensão ao poder. Tal processo evidencia o logro da opção do neopetismo no sentido de neutralizar a oposição política empregando os instrumentos de cooptação e clientelismo disponibilizados pelo “presidencialismo de coalizão”. Foge à compreensão desta esquerda que a eficácia de tais instrumentos é possível apenas no trato com a direita fisiológica, uma vez que a aspiração da direita orgânica e ideológica é nada menos que o monopólio do exercício da representação e do poder.

O presente dossiê busca oferecer aos nossos leitores textos de análise do pensamento e práticas das correntes de direita atuantes na contemporaneidade brasileira e mundial, apresentando suas vertentes fundamentais: o autoritarismo militar, o neoconservadorismo, o neoliberalismo, o fundamentalismo e integrismo religiosos, os fascismos e a chamada nova direita.

Nosso objetivo terá sido atingido se esta coletânea contribuir para uma tomada de consciência sobre a necessidade de retomar, em larga escala, a ofensiva contra hegemônica por parte de intelectuais, militantes políticos e ativistas sociais comprometidos com a luta pela transformação socialista da sociedade.”

Editoria / abril de 2015

I. Discussões teóricas

ANDRADE, Guilherme Ignácio Franco de. O desafio teórico metodológico do uso do conceito de fascismo e de extrema direita.

APPLE, Michael W. Podem as pedagogias críticas sustar as políticas de direita?

AUGUSTO, André Guimarães. O que está em jogo no “Mais Mises, menos Marx”

BEAUVOIR, Simone. O pensamento de direita, hoje

BERTONHA, João Fábio. Fascismo de esquerda? Sobre a necessidade de revisão conceitual de um termo perigoso.

CASTRO, Ricardo Figueiredo de. Extrema-direita, pseudohistória e conspiracionismo: o caso do Negacionismo do Holocausto

DAVIES, Peter e LYNCH, Derek. The routledge companion to fascism and the far right

FERNANDES, Florestan. Notas sobre o fascismo na América Latina

GEERTZ, René. Separatismo e anti-razão. Indicadores Econômicos

GRÜN, Robert. Entre a plutocracia e a legitimação da dominação financeira.

HARVEY, David.  Breve história do neoliberalismo

JIMENEZ, Juan Retana. Notas sobre o neoconservadorismo na cultura política e no trabalho profissional.

MANDEL, Ernest. A teoria do fascismo segundo Leon Trotsky

MORAES, Reginaldo. Neoliberalismo. De onde vem, para onde vai?

Marxists on fascism: Gramsci, Trotsky etc.

PINASSI, Maria Orlanda. Metástase do irracionalismo

REICH, Wilhelm. Psicologia de massas do fascismo

SEGRILLO, Angelo. A Confusão Esquerda/Direita no Mundo Pós-Muro de Berlim: Uma análise e uma hipótese

SEGRILLO, Angelo. A confusão esquerda-direita no mundo pós-muro de Berlim.

THALHAIMER, August. Sobre o fascismo.

________________, Fascismo: pequena burguesia e classe operária

TROTSKY, Leon. La lucha contra el fascismo.

VALLE, Maria Ribeiro do. Pensamento político conservador norte-americano na virada dos anos 1970

II. Estudos e debates sobre a direita no Brasil

Menos Marx, Mais Mises, Camila Rocha de Oliveira ( Prêmio de Melhor Tese acadêmica 2017-2019 – ABCP)

Lucas Patschiki, Marcos Alexandre Smaniotto e Jefferson Rodrigues (orgs.). Tempos conservadores: estudos críticos sobre as direitas

ALMEIDA, Ludmila Chaves. PPB: Origem e trajetória de um partido de direita no Brasil.

BENEVIDES, Maria Victoria de Mesquita, A UDN e o udenismo. Ambiguidades do Liberalismo Brasileiro (1945-1965)

CASIMIRO, Flávio Henrique C. A construção da hegemonia neoliberal no Brasil da Nova República: o Instituto Liberal e o discurso de “flexibilização” e ataque às propostas de Reforma Agrária.

___________________________, A nova direita no Brasil. Aparelhos de ação político-ideológica (1980-2014)

DIAS, Adriana Abreu. Os argonautas do teutonismo virtual. Neonazismo na internet

GONÇALVES, Rodrigo Jurucê Mattos. História fetichista: o aparelho de hegemonia filosófico Instituto Brasileiro de Filosofia/Convivium (1964-1985).  

__________________________.  A consciência conservadora no Brasil, de Paulo Mercadante, uma obra clássica do conservadorismo brasileiro

GROS. Denise Barbosa. Institutos neoliberais e Neoliberalismo no Brasil

KORNIS, Monica. As “revelações” do melodrama, a Rede Globo e a construção de uma memória do regime militar.

LOPES, Vanessa Viegas. A Renovação Carismática Católica (RCC): entre o tradicionalismo e o novo. Anais dos Simpósios da ABHR.

MAGNANINI, Samantha Cintra. Cultura: teoria, neoconservadorismo e mídia brasileira nos novos palcos de disputa simbólica da conjuntura pós 11 de setembro.

MEIRELES, Gabrielle  L. O surgimento da Rede Globo: a partir da legislação das telecomunicações.  

MELO, Demian, Raizes ideológicas da direita brasileira

MENDES, Ricardo. Marchando com a família, com Deus e pela liberdade – O “13 de Março” das direitas.

MORAES, Maria Lygia. Direitos humanos e terrorismo de estado: a experiência brasileira.

MOREIRA, Fernanda Teixeira. O Que Lembrar e Esquecer? Intelectuais de direita e as disputas pela memória da ditadura civil-militar.

PIERUCCI, Antonio Flavio. As bases da nova Direita.

__________________,  A Direita mora do outro lado da cidade

PLATT, Adreana Dulcina. As políticas da “nova direita”: políticas sociais inclusivas e políticas econômicas excludentes

_____________________. Programas educacionais na década de noventa: a implementação das políticas da “nova direita” no Brasil..

______________________. As políticas da “nova direita”: políticas sociais inclusivas e políticas econômicas excludentes. Seminário Nacional Estado e Políticas Sociais no Brasil.

POWER,  Margareth. Conexões transnacionais entre as mulheres de direita Brasil, Chile e Estados Unidos

RAGO, Antônio.  J. Chasin: a crítica ontológica do anticapitalismo romântico típico da “Via Colonial” – os integralismos

ROSA, Marcelo. Oligarquias agrárias, estado e neoliberalismo no Brasil.

­­­­­_____________. Oligarquias agrárias, estado e neoliberalismo no Brasil.

SILVA, Carla Luciana. A retórica do “não há alternativas” como face da luta de classes: a revista veja dos anos 1990.

SILVA, Kiane Follman da – A reorganização da direita no Brasil e o papel do MBL. Da fundação ao impeachment de Dilma Rousseff (2013-2016)

TARUCO, Gabriela e Madeira, Rafael Machado. Partidos, programas e o debate sobre esquerda e direita no Brasil.  

III. Movimentos de direita no Brasil

a) Ação Integralista Brasileira (AIB): 1932-1945

BARBOSA, Jefferson Rodrigues. Sob a sombra do Eixo: camisas-verdes e o jornal integralista Acção

CAZETTA, Felipe Azevedo. Fascismos e autoritarismos: a cruz, a suástica e o caboclo – fundações do pensamento político de Plínio Salgado, 1932-1945.

CHASIN, José. O integralismo de Plínio Salgado

CRUZ, Natália dos Reis. O Integralismo e a questão racial: a intolerância como princípio

FERREIRA, Laís Mônica. Integralismo na Bahia: gênero, educação e assistência social em O Imparcial (1933-1937).

SILVA, Giselda Brito (org.). Estudos do Integralismo no Brasil.

TRINDADE, Hélgio. Integralismo: teoria e prática política nos anos 30.

b) O Integralismo: de 1945 aos dias de hoje

Blog de estudos sobre o integralismo, com vários artigos científicos, teses e dissertações

Dossiê sobre o Integralismo: Revista de História da Biblioteca Nacional

ANDRADE, Guilherme Franco de. A trajetória da extrema direita no Brasil: integralismo, neonazismo e revisionismo histórico (1930 – 2012).

BARBOSA, Jefferson R. Integralismo e ideologia autocrática chauvinista regressiva: crítica aos herdeiros do Sigma.

____________________. Organizações chauvinistas no Brasil contemporâneo: Frente Integralista Brasileira (estruturas organizacionais, localização dos núcleos e principais dirigentes)

_____________________. Organizações chauvinistas no Brasil contemporâneo: Movimento Integralista e Linearista Brasileiro

_____________________. Integralismo e ideologia autocrática chauvinista regressiva: crítica aos herdeiros do sigma. (Tese de Doutorado).

_____________________. Intelectuais do sigma e o integralismo contemporâneo: os herdeiros de Plínio Salgado.

______________________. Ideologia e intolerância: a extrema-direita latino-americana e a atuação no Brasil dos herdeiros do Eixo.

CALIL, Gilberto. O integralismo no processo político brasileiro – o PRP entre 1945 e 1965: Cães de Guarda da Ordem Burguesa

CARNEIRO, Márcia Regina da S. Do sigma ao sigma – entre a anta, a águia, o leão e o galo – a construção de memórias integralistas.

DOTTA, Renato Alencar. Um esboço necessário sobre a trajetória do Integralismo brasileiro – da AIB ao ciberintegralismo (de 1932 a atualidade).

NETO, Odilon C. Neointegralismo e direitas brasileiras: entre aproximações e distanciamentos.

c) Tradição, Família, Propriedade (TFP)

SILVA, Filipe Francisco da. Cruzados do Século XX: O Movimento Tradição, Família e Propriedade (TFP): origens, doutrinas e práticas (1960-1970)

ZANOTTO, Gizele. Plínio Corrêa e a TFP: um reacionário a serviço da contra-revolução.

_____________. A luta anti-agro-reformista de Plínio Corrêa de Oliveira. Dissertação CFCH-UFSC, 2003.

TFP em foco na academia.

d) Instituto Millenium

MARINGONI, Gilberto. O rosnar golpista do Instituto Millenium.

PASTORE, Bruna. Complexo IPES/IBAD, 44 anos depois: Instituto Millenium?

PATSCHIK, Lucas. A classe dominante em organização: uma análise sobre a hierarquia do Instituto Millenium (2005-2013).

e) Revista Veja

AUGUSTI, A. R. Jornalismo e comportamento: os valores presentes no discurso da revista Veja.

BENETTI, Marcia. A ironia como estratégia discursiva da Revista Veja.

KRUPINISKI, Ricardo. Época e Veja e as exportações de capitais (2003 a 2006) 

MELLO, Maria e VILLAS BÔAS, Rafael. Veja. A Importação da doutrina antiterror

RAUTENBERG, Edina. Revista Veja: de 23 mil exemplares à marca de 300 mil: acompanhando os dez primeiros anos de construção editorial da revista.

SILVA, Carla Luciana. Veja: o indispensável partido neoliberal (1989-2002) http://www.historia.uff.br/stricto/td/508.pdf

TOSTES, Suzane Conceição P. Reflexão sobre a relação da Revista Veja com a CUT e o PT durante os anos de 1985-1989.

IV. Extrema-direita hoje no Brasil

ALMEIDA, Alexandre. Skinheads: os mitos ordenadores do Poder Branco paulista.

_______________. A locomotiva Skinhead: a relação entre música e memória na construção da identidade de uma organização White Power paulista.

ANDRADE, Guilherme Franco de. A ideologia racial do grupo neonazista Valhalla 88 e a influência da teoria racial de Adolf Hitler.

_________________________. Neonazismo, racismo e supremacia racial: a ideologia racial do Valhalla 88.

ANDRADE, Guilherme I. F. A trajetória da extrema direita no Brasil: integralismo, neo-nazismo e revisionismo histórico.

BRITO, Adriana et al. A extrema-direita na atualidade.

COIMBRA, Cecilia Maria Bouças. Doutrinas de segurança nacional: banalizando a violência.

CONCEIÇÃO, Gilmar Henrique. Algumas questões ideológico-educativas da extrema-direita.

FRANÇA, Carlos Eduardo. Skinheads no Brasil: As múltiplas percepções, representações e Ressignificações das formações identitárias dos “Carecas do Brasil” e do Poder Branco paulista.

GALEÃO-SILVA, Luis Guilherme. Adesão ao fascismo e preconceito contra negros: um estudo com universitários na cidade de São Paulo

IASI, Mauro. De onde vem o conservadorismo?

MAYNARD, Dilton. Ciberespaço e Extremismos Políticos no Século XXI.

MENEZES, Wellington Fontes. Breves peculiaridades do fascismo à brasileira

PARANÁ, Edemilson. As raízes da escalada do conservadorismo no Brasil atual 

PATSCHIKI, Lucas. Os litores da nossa burguesia: o Mídia sem Máscara em atuação partidária (2002-2011).

PATSCHIKI, Lucas. Fascismo e internet: uma possibilidade de análise social através das redes extrapartidárias: o caso do “Mídia sem Máscara”

SANTANA, Monica da Costa. Neonazismo no Ciberespaço: uma análise comparativa entre os sites Valhalla88 e Ciudad Libre Opinión(2000-2007).

SILVA, K. K. J. e Maynard, D. C. S. Intolerância Digital: história, extrema-direita e cibercultura (1996-2009). Scientia Plena, vol. 6, n. 12, 2010.

SILVA, Adriana Brito da et alli. A extrema-direita na atualidade.  http://pt.scribd.com/doc/255185357/A-Extrema-direita-Na-Atualidade

STEFFEN, Cesar. Ódio.org.br. Rastreamento e caracterização de movimentos de ódio na Internet em português.

V. Anticomunismo, ontem e hoje

BETT, Ianko. A (re)invenção do comunismo: discurso anticomunista católico nas grandes imprensas brasileira e argentina no contexto dos golpes militares de 1964 e 1966.

MENDES, Ricardo Antonio Souza. As direitas e o anticomunismo, 1961-1965.

PATSCHIK, Lucas (entrevista). Anticomunismo é a base ideológica comum para o espectro fascista no Brasil

RODEGHERO, Carla S. Religião e patriotismo: o anticomunismo católico nos Estados Unidos e no Brasil nos anos da Guerra Fria

SILVA, Carla Luciana. Anticomunismo brasileiro: conceitos e historiografia.

VI. Dossiês temáticos e coletâneas

BERTONHA, João Fábio – Coletânea de artigos disponíveis online

BOHOSLAVSKY, Ernesto; ECHEVERRIA, Olga (Orgs.) “Las  derechas em el Cono Sur, siglo XX”

RODRIGUES, Jefferson. Entre milícias e militantes

Revista de História da Biblioteca Nacional, dossiê sobre o Integralismo:

Revista Crítica Marxista. Dossiê Neoliberalismo e neofascismo.

Dossiê Integralismo da Revista Tempo Presente.

Passapalavra. Dossiê extrema-direita.

Anais do Gepal, GT  Pensamento de direita e chauvinismo na AL

Dossiê “Pensamento de Direita e Chauvinismo na América Latina: Apontamentos sobre Manifestações Pretéritas e Contemporâneas”

VII. Financiamento e a Direita abraça a Rede

http://apublica.org/2015/06/a-nova-roupa-da-direita/

http://apublica.org/2015/06/a-direita-abraca-a-rede/

VIII – Blogs e sites de direita no Brasil

Rádio Jovem Pan: a voz da direita

(Por exigência da revista Piauí, o blog foi solicitado a retirar o link que permitia o acesso à matéria dessa publicação. Fica evidenciado que a revista – embora crítica de ideias políticas conservadoras – não abre mãos do direito de propriedade. Editores liberais, mas,a rigor, não são democráticos.)  

Instituto Millenium 

O Instituto Millenium se autodefine como um “think tank” liberal no Brasil, posição expressa em seu manifesto editorial. Sediado no Rio de Janeiro, tem nomes influentes entre seus colaboradores ativos, acadêmicos e não acadêmicos. Sob a rubrica “Especialistas” encontra-se um conjunto de intelectuais ligados ao instituto que atualizam o debate em torno dos princípios reivindicados pelo síte (“Estado de Direito, liberdades individuais, responsabilidade individual, meritocracia, propriedade privada, democracia representativa, transparência, eficiência e igualdade perante a lei”, no link “Editorial”), entre os quais são mencionados nomes como Edmar Bacha, Eduardo Viola, Hector Leis, Henrique Meirelles, Ives Gandra, José Álvaro Moisés, Leandro Piquet Carneiro, Leôncio Martins Rodrigues Netto, Marco Antonio Villa, Mario Vargas Llosa e Roberto Da Matta. Sabe-se que alguns destas figuras, no período da ditadura militar, tinham posicionamentos democráticos e progressistas.

Na seção “colaboradores” constam empresas nacionais e internacionais, entre elas a editora Abril e o grupo Estadão. Entre os nomes de colaboradores individuais encontram-se, entre outros, Armínio Fraga e João Roberto Marinho.

Escola sem partido 

O grupo “Escola sem partido” define-se como uma “uma iniciativa conjunta de estudantes e pais preocupados com o grau de contaminação político-ideológica das escolas brasileiras, em todos os níveis: do ensino básico ao superior”. Em geral, o grupo considera que viceja no país, de forma hegemônica, em todos os níveis de ensino, a “doutrinação” política de esquerda. Defende a retomada de uma educação “séria”, “objetiva” e politicamente “neutra”. Como “neutros”, curiosamente, o grupo apresenta princípios universalmente reconhecidos como conservadores e à direita no espectro político. Reúne exemplos-denúncia de professores supostamente doutrinadores e propõe formas legais de apresentação de queixas a respeito nas instâncias jurídicas. Trata-se de um site que conta com nomes secundários da ideologia conservadora no Brasil, como Rodrigo Constantino e Reinaldo Azevedo.

Instituto de Estudos Empresariais. 

Este instituto se autodefine como entidade sem fins lucrativos e, declaração comum nesses casos, sem “compromissos político-partidários”. Propõe “incentivar e preparar novas lideranças com base nos conceitos de economia de mercado e livre iniciativa”. Também como de praxe, entoa loas às vagas noções de “liberdades individuais” e “Estado democrático de direito”. Possui uma revista eletrônica abrigada no próprio sítio, que se apresenta como “ferramenta disponibilizada para a formação de líderes identificados com as ideias liberais.”. Tal revista pode ser baixada no formato pdf. Divulga artiguetes de auto-confirmação dos próprios princípios com aspecto de editoriais, em geral tratando de algum tema específico relativo à liberdade de mercado.

Instituto Liberal 

Historicamente próximo de outros, como Instituto Liberdade e Instituto de Estudos Empresariais, possui um caráter mais acadêmico, nos moldes do Instituto Millenium. O sítio do instituto apresenta como objetivos, em suas próprias palavras, “Promover a pesquisa, a produção e a divulgação de idéias, teorias e conceitos sobre as vantagens de uma sociedade baseada: no Estado de direito, no plano jurídico; na democracia representativa, no plano político; na economia de mercado, no plano econômico; na descentralização do poder, no plano administrativo”. Parece haver, por parte do instituto, uma preocupação especial relativa à sofisticação teórica das próprias perspectivas e conceitos, já que em seu sítio se podem encontrar obras de quase todos os clássicos fundadores do pensamento liberal. É possível ler também, entretanto, textos de qualidade duvidosa, marcados pelo mais boçal proselitismo elitista, como se nota de antemão já nos títulos: “Por que as leis trabalhistas prejudicam o trabalhador” ou “A ilusão da reforma agrária: um conceito vazio e irresponsavelmente utilizado”, dentre outros.

Instituto Liberdade 

Em sua página de apresentação, o Instituto Liberdade declara compromisso com a pesquisa, difusão e consolidação dos valores de uma sociedade “organizada com base nos princípios dos direitos individuais, de governo limitado e representativo, de respeito à propriedade privada, aos contratos e à livre iniciativa. Declara-se intelectualmente vinculado à “Escola Austríaca de Economia”. Historicamente originado do Instituto Liberal do Rio Grande do Sul, considera-se um “think tank por excelência, pois firma-se no mercado local, nacional e internacional como produtor de ideias e construtor de influências.” Caracteriza-se, na verdade, por um americanismo aberto e um tanto subserviente, recheado de textos sobre as virtudes do capitalismo estadunidense. De resto, é pródigo em articulistas menores revezando-se em saudações simplistas e reverências pouco criativas ao regime da “liberdade”.

Movimento Endireita Brasil 

O Movimento Endireita Brasil é uma das poucas organizações liberais e/ou conservadoras de caráter público a reivindicar abertamente a localização à direita do espectro político. Propõe uma atuação pública baseada no “pensamento da Nova Direita liberal, e no compromisso de luta pela diminuição do Estado e pelo fim de todos os mecanismos que limitam ou ferem a liberdade do cidadão”. Apesar de reivindicar independência partidária, propõe-se a participar ativamente dos processos eleitorais em eventual apoio a candidatos que se identifiquem com a plataforma do movimento. Além do fomento e divulgação de suas ideias pelos meios convencionais de textos públicos, seminários e panfletos, também enfatiza o que considera ser a necessária mobilização popular nas ruas e pela internet. Fundado em 2006 por estudantes da burguesia paulistana, apresenta visíveis identidades com o PSDB.

Instituto Von Mises 

Extensão institucional da chamada “Escola Austríaca”, o Von Mises se propõe à realização e divulgação de estudos que “promovam os princípios de livre mercado e de uma sociedade livre”. Entre os objetivos comuns a seus congêneres, há outros que denotam certo caráter acadêmico, ou academicista, à organização. Por exemplo, o objetivo de “restaurar o crucial papel da teoria, tanto nas ciências econômicas quanto nas ciências sociais, em contraposição ao empirismo”. Crente em uma “ordem natural do mercado”, o instituto considera que qualquer interferência governamental contrária àquela ordem é passível de provocar “proteção aos poderosos e aos grupos de interesse”, além de “reprimir a livre expressão e as oportunidades dos indivíduos”. Fiel a suas origens teóricas, o instituto promove a defesa de um fenômeno curioso na história do pensamento político: o anarcocapitalismo, ou capitalismo libertário, espécie de extinção definitiva do Estado por meio do privatismo radicalizado. O instituto adota o padrão-ouro para colaborações: “A associação ao Instituto Ludwig von Mises Brasil tem o valor equivalente a 1g de ouro (valor aproximado, conforme cotado na Bolsa de Valores) e tem validade até o final do ano corrente.”

 Mídia Sem Máscara 

Editado a partir dos Estados Unidos pelo já mais ou menos notório Olavo de Carvalho, o sítio se considera uma via de denúncia da suposta manipulação de caráter comunista da mídia brasileira em geral. Apontando, entre outros, o “tucanato” como facção interna do movimento comunista no Brasil, embora “comunista de direita”, o sítio assim se apresenta:“Desde agosto de 2002, o MÍDIA SEM MÁSCARA é um website destinado a publicar as idéias e notícias que são sistematicamente escondidas, desprezadas ou distorcidas em virtude do viés esquerdista da grande mídia brasileira. Embora sem recursos para promover uma fiscalização ampla, MÍDIA SEM MÁSCARA colhe amostras, que por si só, bastam para dar uma ideia da magnitude e gravidade da manipulação esquerdista do noticiário na mídia nacional.”, adiantando ainda, em outro trecho, que “na grande mídia brasileira não existe jornalismo nenhum. Existe apenas manipulação a serviço da esquerda.” Em seu time de colunistas possui, entre outros, oficiais da reserva dos exércitos brasileiro e colombiano.

Reaçonaria 

Sítio com uma editoração muito boa, embora o conteúdo que a preenche não seja dos mais sofisticados. Ativa oposição de direita ao PT e ao governo Dilma Roussef, entusiasta dos dogmas conservadores da Igreja Católica e do Partido Republicano estadunidense. No grupo de colunistas, um tipo de mistura entre pretensão pueril, arrogância sem lastro e descontração quadrada faz com que alguns se apresentem com nomes como “Overlord”, “Penso Estranho” e “Space Ghost”. Em suas próprias palavras, “A Reaçonaria é formada por um grupo de conhecidos que comungam de algumas ideias. Compartilharemos aqui opiniões, livros originais e traduzidos, vídeos históricos com discursos e debates que propagam ideais de Liberdade, respeito à Lei e promoção das melhores políticas e costumes que construíram as mais justas sociedades de nosso tempo.” 

VIII. Grupos de trabalho acadêmicos

GT Partidos e Movimentos de Direita-Anpuh

GT Direitas, História e Memória

Grupo de Estudos do Integralismo

GT – Pensamento de direita e chauvinismo na AL

 

Referências bibliográficas antiintelectual

 

 COMUNISMO

COURTOIS, Sthépane. O Livro Negro Do Comunismo. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1999.

DALRYMPLE, Theodore. Viagens Aos Confins Do Comunismo. São Paulo: É Realizações, 2017.

GELLATELY, Robert. Lênin, Stálin E Hitler: A Era Da Catástrofe Social. Rio de Janeiro: Record

HAYEK. F. Os Erros Fatais Do Socialismo. São Paulo: Faro Editorial, 2017.

KENGOR, Paul. Manual Politicamente Incorreto Do Comunismo. São Paulo: Vide Editorial, 2019.

SERVICE, Robert. Camaradas – Uma História Do Comunismo Mundial. Rio de Janeiro: Difel, 2015.

SKOUSEN, W. Cleon. O Comunista Exposto. São Paulo: Vide Editorial, 2018

 

ESTADO COMO PROBLEMA

GARSCHAGEN, Bruno. Pare De Acreditar No Governo – Por Que Os Brasileiros Não Confiam Nos Políticos E Amam O Estado. Rio de Janeiro, Record, 2015.

GARSCHAGEN, Bruno. Direitos Máximos, Deveres Mínimos. Rio de Janeiro: Record, 2018.

ORLÉANS e Bragança, Luiz Philippe de. Por Que O Brasil É Um País Atrasado? O Que Fazer Para Entrarmos De Vez No Século XXI. São Paulo: Novo Conceito, 2017.

 

PT

 

RODRÍGUEZ, Ricardo Vélez. A Grande Mentira – Lula E O Patrimonialismo Petista. São Paulo: Vide Editorial, 2015.

CONSTANTINO, Rodrigo. Contra A Maré Vermelha – Um Liberal Sem Medo De Patrulha. Rio de Janeiro: Record, 2015.

 

ESQUERDA VS DIREITA

 

BASTIAT, Frédéric. A Lei: Por Que A Esquerda Não Funciona? São Paulo: Faro Editorial, 2016.

CONSTANTINO, Rodrigo. Esquerda Caviar. Rio de Janeiro: Record, 2013

ROSSITER, Lyle H. A Mente Esquerdista – As Causas Psicológicas Da Loucura Política. São Paulo: Vide Editorial, 2016.

ROTHBARD, Murray. Esquerda E Direita: Perspectivas Para A Liberdade. São Paulo: Vide Editorial, 2016.

ROTHBARD, Murray. Anatomia Do Estado. São Paulo: LVM Editora, 2018.

 

AUTORES DA ESQUERDA

 

LAJE, Agustin; MARQUEZ, Nicolás. O Livro Negro Da Nova Esquerda. Paraná: Livraria Danúbio, 2018.

GORDON, Flavio. A Corrupção da Inteligência. Rio de Janeiro: Record, 2017.

MERQUIOR, José G. O Marxismo Ocidental. São Paulo: É Realizações, 2018.

SCRUTON, ROGER. Pensadores da nova esquerda: tolos, fraudes e militantes. Rio de Janeiro: Record, 2018.

WIKER, Benjamin. 10 Livros Que Estragaram O Mundo – E Outros Cinco Que Não Ajudaram Em Nada. São Paulo: Vide Editorial, 2015.

 

FEMINISMO e ‘IDEOLOGIA DE GÊNERO’

 

CAMPAGNOLO, Ana Caroline. Feminismo: Perversão E Subversão. São Paulo: Vide Editorial, 2019.

SOLANO, Rafael. Ideologia de gênero: E a crise de identidade sexual. São Paulo: Canção Nova, 2015.

 

CONSERVADORISMO

 

COUTINHO, J. P. As Ideias Conservadoras Explicadas a Revolucionários e Reacionários. São Paulo: Três Estrelas, 2014.

OAKESHOTT, Michael. Conservadorismo. Belo Horizonte: Âyiné, 2016.

SCRUTON, Roger. O Que É Conservadorismo. Rio de Janeiro: Record, 2015.

WIKER, Benjamim. Dez Livros que Todo Conservador Deve Ler. Mais Quatro Imperdíveis e Um Impostor. São Paulo: Vide Editorial, 2015.

 

LIBERALISMO E LIBERTARIANISMO

 

HAYEK, F. A. O Caminho Da Servidão. São Paulo: LVM Editora, 2010.

HAYEK, F. A. Desestatização Do Dinheiro. São Paulo: LVM Editora, 2011.

HAYEK, F. A. Os Erros Fatais do Socialismo. Porque a Teoria não Funciona na Prática. São Paulo: LVM Editora, , 2017.

MISES, Ludwig von. A mentalidade anticapitalista. São Paulo: LVM Editora, 2015.

MISES, Ludwig von. Marxismo Desmascarado. São Paulo: Vide Editorial, 2016a.

MISES, Ludwig von. O Livre Mercado E Seus Inimigos. São Paulo: Vide Editorial, 2016b.

MISES, Ludwig von.Teoria E História. São Paulo: LVM Editora, 2017.

MISES, Ludwig von. As seis lições. São Paulo: LVM Editora, 2018.

 

OLAVO DE CARVALHO

 

CARVALHO, Olavo de. Apoteose Da Vigarice: Cartas De Um Terráqueo Ao Planeta Brasil – Volume I. São Paulo: Vide Editorial, 2013.

CARVALHO, Olavo de. O Mundo Como Jamais Funcionou – Cartas De Um Terráqueo Ao Planeta Brasil – Volume II. São Paulo: Vide Editorial, 2014a.

CARVALHO, Olavo de. A Fórmula Para Enlouquecer O Mundo – Cartas De Um Terráqueo Ao Planeta Brasil – Volume III. São Paulo: Vide Editorial, 2014b.

CARVALHO, Olavo de. A Nova Era E A Revolução Cultural: Fritjof Capra & Antonio Gramsci. São Paulo: Vide Editorial, 2014c.

CARVALHO, Olavo de. O Jardim Das Aflições. São Paulo: Vide Editorial, 2015.

CARVALHO, Olavo de. Maquiavel ou a confusão demoníaca. São Paulo: Vide Editorial, 2016a.

CARVALHO, Olavo de. O Futuro Do Pensamento Brasileiro: sobre o nosso lugar do mundo. São Paulo: Vide Editorial, 2016b.

CARVALHO, Olavo de. Breve Retrato do Brasil – Volume 7. São Paulo: Vide Editorial, 2017.

CARVALHO, Olavo de. O Imbecil Coletivo: Atualidades Inculturais Brasileiras. Rio de Janeiro: Record, 2018.

 

DITADURA MILITAR

 

USTRA, Carlos Alberto Brilhante. A Verdade Sufocada – A História Que A Esquerda Não Quer Que O Brasil Conheça. São Paulo: Brilhante Ustra, 2014.

 

CIÊNCIA

BETHELL, Tom. Manual Politicamente Incorreto Da Ciência. São Paulo: Vide Editorial, 2018.

 

MARXISMO

PAIM, Antônio. Marxismo E Descendência. São Paulo, Vide Editorial, 2008.

 

PAULO FREIRE

GIULLIANO, Thomas. Desconstruindo Paulo Freire. São Paulo: História Expressa, 2017.

 

 

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